"Onde houver vida, sempre haverá um Biólogo."
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segunda-feira, janeiro 24
quinta-feira, janeiro 20
O que fazer com sucatas? Faça arte!
Central Park. foto: Divulgação
Artista italiano faz arte utilizando sucatas e restos de componentes de computador
Preocupado com a quantidade do lixo eletrônico que vem sendo produzindo durante as décadas, o artista italiano Franco Recchia faz arte com materiais retirados de computadores antigos descartados pela maioria dos usuários que trocam de computadores a cada novo lançamento.
Manhattan. foto: Divulgação
Definida pela qualidade visual, simetria aplicada rico em detalhes, cada peça é distinta uma da outra, o que torna ainda mais curioso o resultado, aguçando assim a criatividade do espectador.
Recchia busca trazer a qualidade estética no processo de criação moderna, transparecendo assim o talento utilizado pelas mãos humanas no ato da fabricação de computadores antigos onde havia uma alta taxa de contratações nas fábricas de montagem.
5º Avenida. foto: Divulgação
Capaz de trazer a luz e fazer o expectador imaginar e enxergar beleza naquilo que antes era ocultado por gabinetes e monitores, Recchia começa a inovar e utilizar de outros materiais descartados. As imagens por si falam tudo.
Fonte: http://www.jornalciencia.com
quarta-feira, janeiro 19
sexta-feira, janeiro 14
quarta-feira, janeiro 12
Água potável para o semi-árido
Sistema dessaliniza a água e produz um concentrado usado para melhorar as condições alimentares dos moradores da região
No semi-árido baiano, algumas sertanejas são obrigadas a caminhar durante horas para conseguir chegar ao açude mais próximo. Nessa situação, água limpa perto de casa simboliza não apenas sede saciada, mas também menos cansaço.
Para melhorar a vida dos moradores do semi-árido, a Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente desenvolveu o Programa Água Doce (PAD). O objetivo do projeto é democratizar o acesso à água de boa qualidade para abastecimento na região.
No final do ano passado, o programa inaugurou na Bahia uma Unidade Demonstrativa (UD). Trata-se de um Sistema Integrado de Reuso dos Efluentes da Dessalinização, que além de transformar água salina e salobra em potável ainda reaproveita o concentrado de sal obtido no final desse processo.
Esse composto que serve para alimentar peixes e irrigar a erva-sal, planta que serve de alimento para caprinos e ovinos.
George Silva, diretor da Diretoria de Recursos Hídricos do Instituto de Gestão das Águas e Climas (Ingá), entidade que cuida do PAD da Bahia, informa que a técnica de dessalinização usada é a osmose reversa.
Nesse método, a água salgada atravessa uma membrana sintética e semipermeável com poros microscópicos que retêm não só os sais, como também outras partículas.
Surgido em 2004, o PAD já instalou quase dez dessas unidades no Nordeste. As comunidades beneficiadas são escolhidas a partir de dados do Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH, e das condições de chuvas da região.
A dessalinização é uma excelene alternativa para combater a falta de água, mas, por ser um método caro, não é aplicado amplamente. Esse programa implantado no Nordeste, por exemplo, investiu mais de R$7 milhões para construir apenas 8 Unidades Demonstrativas.
Já existem, no entanto, técnicas menos caras. Técnicos da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), por exemplo, desenvolveram uma tecnologia mais acessível, que já foi aplicada até em Cabo Verde, na África.
O composto salgado obtido no final do processo é usado na criação de tilápias em cativeiro
Crédito foto: 4 Eyes Photography
quinta-feira, janeiro 6
Consciente Coletivo Episódio 3
Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.
terça-feira, janeiro 4
Consciente Coletivo - Episódio 2
Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.
Consciente Coletivo - Episódio 1
Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.
Regulamentada a lei do tratamento do lixo
Decreto estabelece regras para destinação e reaproveitamento de resíduos por Globo Rural Online
A lei prevê ainda a substituição dos lixões por aterros sanitários para rejeitos, a criação de planos municipais, estaduais e federal para a gestão dos resíduos e o incentivo a linhas de financiamento de cooperativas, que devem auxiliar a coleta seletiva e a logística reversa de produtos. A regulamentação determina que o processo da coleta urbana, pelo menos, separe resíduos secos e úmidos.
O setor agropecuário deverá se adaptar às novas regras de tratamento e destinação do lixo. O Decreto nº 7.404, publicado em 23 de dezembro de 2010, regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos, criada pela Lei nº 12.305/2010, e estabelece as normas para coleta seletiva e restituição dos resíduos sólidos do setor produtivo para reaproveitamento ou outra destinação ambientalmente adequada.
A legislação inclui os procedimentos para fabricação de ração animal a partir de osso bovino e o aproveitamento de biomassa, como o bagaço de cana-de-açúcar, para produção de energia. Também reforça o recolhimento e reaproveitamento de embalagens de agrotóxicos e o tratamento de produtos apreendidos e resíduos produzidos em portos, aeroportos e fronteiras, procedimentos já previstos em lei.
As normas devem ser cumpridas por fabricantes, distribuidores e vendedores de embalagens usadas ou outros resíduos, envolvendo produtos como agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos. A determinação é válida para empresas que tiverem acordos firmados com o setor público para a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto.
"O decreto representa um avanço no tratamento adequado do lixo no país e assegura o uso dos subprodutos e resíduos de origem animal e vegetal normatizados pelo Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa)”, explica o fiscal federal agropecuário Bernardo Sayão Neto, da Coordenação-geral da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura.
A legislação inclui os procedimentos para fabricação de ração animal a partir de osso bovino e o aproveitamento de biomassa, como o bagaço de cana-de-açúcar, para produção de energia. Também reforça o recolhimento e reaproveitamento de embalagens de agrotóxicos e o tratamento de produtos apreendidos e resíduos produzidos em portos, aeroportos e fronteiras, procedimentos já previstos em lei.
As normas devem ser cumpridas por fabricantes, distribuidores e vendedores de embalagens usadas ou outros resíduos, envolvendo produtos como agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos. A determinação é válida para empresas que tiverem acordos firmados com o setor público para a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto.
"O decreto representa um avanço no tratamento adequado do lixo no país e assegura o uso dos subprodutos e resíduos de origem animal e vegetal normatizados pelo Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa)”, explica o fiscal federal agropecuário Bernardo Sayão Neto, da Coordenação-geral da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura.
A lei prevê ainda a substituição dos lixões por aterros sanitários para rejeitos, a criação de planos municipais, estaduais e federal para a gestão dos resíduos e o incentivo a linhas de financiamento de cooperativas, que devem auxiliar a coleta seletiva e a logística reversa de produtos. A regulamentação determina que o processo da coleta urbana, pelo menos, separe resíduos secos e úmidos.
sábado, janeiro 1
Itália proíbe sacolas plásticas no comércio a partir de 1º de janeiro
Elas serão substituídas por bolsas de tecido ou papel em 2011.
Indústria protestou, mas ambientalistas celebraram a medida.
Indústria protestou, mas ambientalistas celebraram a medida.
A Itália se prepara para banir as sacolas plásticas de lojas e supermercados de todo o país a partir de 1º de janeiro de 2011, quando os consumidores que aguardam as promoções de Ano Novo deverão adotar bolsas biodegradáveis, de tecido ou papel.
Os italianos estão entre os maiores consumidores de sacolas plásticas da Europa, com uma taxa de uso per cápita de mais de 300 ao ano ou cerca de um quarto das 100 bilhões de sacolas plásticas importadas de China, Tailândia e Malásia, usadas em toda a Europa.
"Isto marca um passo importante na luta contra a poluição e nos torna a todos mais responsáveis na reciclagem", disse a ministra do Meio Ambiente, Stefania Prestigiacomo.
Sacolas plásticas são usadas em supermercado de Roma nesta quarta-feira (29). (Foto: Reuters)
Prestigiacomo disse que o governo está lançando uma campanha de conscientização para promover o uso de sacolas feitas de materiais naturais e recicláveis, "que não devem apenas ser práticas e ecológicas, mas também ter estilo".
Grupos ambientalistas saudaram a proibição, apesar da oposição das indústrias.
terça-feira, dezembro 28
Como fazer uma lanterna com limão
Com um limão e dois pedaços de cobre e de zinco (no vídeo, um arame galvanizado, que é ferro encoberto por zinco) é possível fazer uma pequena bateria de quase um volt. Nesta experiência foram utilizadas quatro dessas baterias, ligadas em série, que proporcionaram 2,9 volts, acendendo um pequeno LED.
Quimicamente, o que ocorre é a transferência de elétrons do zinco para o cobre, usando o ácido do limão como "caminho". Assim, o zinco se transforma no polo negativo da bateria, enquanto o cobre é o lado positivo.
Mais em http://www.manualdomundo.com.br/
Para ligar as baterias em série, aumentando os volts, se faz como se fosse uma sequência de pilhas: sempre o polo negativo é ligado com o positivo.
Também é possível fazer a experiência usando alumínio no lugar do zinco. O fio de cobre pode ser substituído por uma moeda de R$ 0,05, que é de cobre.
Este vídeo faz parte de uma série do Manual do Mundo com o blog http://www.uhull.com.br/. A cada terça feira há uma nova experiência disponível lá.
Mais em http://www.manualdomundo.com.br/
quarta-feira, dezembro 22
56% dos brasileiros nunca ouviram falar sobre sustentabilidade
Pesquisa mostra a relação entre consumidor brasileiro e sustentabilidade
Divulgada hoje, a pesquisa do Instituto Akatu faz levantamento sobre o consumidor brasileiro e demonstra que conscientizar sobre a sustentabilidade e o consumo responsável ainda é um desafio. O estudo “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial. Pesquisa 2010” foi realizado em doze cidades com o total de 800 pessoas.
Entre os resultados positivos da pesquisa está a manutenção do percentual de consumidores conscientes em 5%. É positivo porque, considerando-se o aumento da população, essa porcentagem significa um crescimento de 500 mil pessoas. Por outro lado, foi constado que o termo sustentabilidade é considerado um assunto abstrato, e que 56% dos consumidores nunca ouviram falar nele. 19% ainda definiram o termo de forma errada, como “auto-sustento”, “ter renda para sustentar a família”, “sustentar a família” e “se sustentar sozinho”.
A pesquisa também indica que é grande o número de desinteressados (49%) pelo tema, principalmente por tratarem o assunto fora de sua experiência diária. Já os interessados (11%) são aqueles que demonstram interesse pelo tema mas não se dispõem a um envolvimento maior. As pessoas que participam de debates, 33% do consumidores, divulgam e discutem conceitos mas ainda sem muita influência sobre os demais. Os influenciadores, com a pequena parcela de 7%, além de buscarem informações, são buscados como referências no debate.
A relação entre consumidores conscientes e não conscientes foi segmentada por idade, classe social e escolaridade. Comportamentos levando em conta o sexo e regiões geográficas não tiveram diferença significativa. Constatou-se que os “menos conscientes” tendem a ter um perfil mais jovem (16 a 44 anos), com menor escolaridade (até ensino médio) e de classes C e D. Os “mais conscientes” possuem uma faixa etária superior (com 45 anos ou mais), com instrução universitária e de classes A e B.
domingo, novembro 21
Melhores compras
Dicas de equipamentos eletrônicos com menos substâncias tóxicas e marcas preocupadas com o meio ambiente? O Guia de Eletrônicos Verdes tem.
Fim de ano, época de compras. No embalo das sacolas cheias, sai a 16ª lista de Guia de Eletrônicos Verdes, publicação trimestral que revela as marcas que cuidam da saúde humana e ambiental. Nesta edição, Philips, Acer e HP trazem para as prateleiras equipamentos menos tóxicos. Nokia e Sony Ericsson continuam na liderança das empresas preocupadas com o bem-estar dos consumidores.
Publicado desde 2006, o Guia de Eletrônicos Verdes tem como objetivo pressionar as empresas a produzir eletrônicos mais limpos e duráveis, que possam ser substituídos, reciclados e descartados sem prejuízos à saúde humana e ambiental. Na lista estão dezessete grandes empresas fabricantes de computadores, celulares, TVs e consoles de jogos eletrônicos, avaliados nas categorias químicos, energia e lixo, em quesitos como uso de substâncias tóxicas, pegada de carbono e reciclagem.
A Philips sai na frente das outras fabricantes de televisores com o lançamento da primeira TV livre de PVC - componente tóxico do plástico, do mercado. Acer e HP também dão bom exemplo, com linha de notebooks e computadores de mesa sem a substância. Fizeram feio Toshiba, LGE, Samsung, Dell e Lenovo, que ainda não trouxeram ao mercado nenhum produto livre de PVC.
A Philips sai na frente das outras fabricantes de televisores com o lançamento da primeira TV livre de PVC - componente tóxico do plástico, do mercado. Acer e HP também dão bom exemplo, com linha de notebooks e computadores de mesa sem a substância. Fizeram feio Toshiba, LGE, Samsung, Dell e Lenovo, que ainda não trouxeram ao mercado nenhum produto livre de PVC.
Nesta edição, muitas perderam pontos por falarem de mais e cumprirem de menos. É o caso da Microsoft, atrasada em seu comprometimento de eliminar substâncias tóxicas. A Apple não perdeu pontos, mas também não trouxe novos avanços. Nokia e Sony Ericsson são as marcas com mais produtos livres de PVC e Retardantes de Chama Brominados (BFR, na sigla em inglês), substância usada para inibir a combustão, altamente tóxica.
Vídeo relacionado:
quarta-feira, novembro 17
Você conhece os três erres?
Os 3 erres ou 3R's é um recurso para um processo seqüencial que visa à diminuição dos resíduos sólidos. É o caminho para produzirmos menos lixo.
Reduzir significa avaliar tudo que consumimos atualmente, avaliar o que é importante e o que é absolutamente supérfluo e procurar reduzir estes últimos, além de verificar a qualidade do que se compra e se sua quantidade é suficiente ou exagerada.
Reutilizar significa dar um novo uso para as coisas, evitando que estas virem lixo.
Reciclar é a solução para aquilo que não pode ser reutilizado, porém dependendo do tipo de material, reciclar ainda não é a solução.
Confira exemplos criativos associados aos três erres:
Fontes: http://www.sermelhor.com/artigo.php?artigo=71&secao=ecologia
Reduzir significa avaliar tudo que consumimos atualmente, avaliar o que é importante e o que é absolutamente supérfluo e procurar reduzir estes últimos, além de verificar a qualidade do que se compra e se sua quantidade é suficiente ou exagerada.
Reutilizar significa dar um novo uso para as coisas, evitando que estas virem lixo.
Reciclar é a solução para aquilo que não pode ser reutilizado, porém dependendo do tipo de material, reciclar ainda não é a solução.
Confira exemplos criativos associados aos três erres:
Fontes: http://www.sermelhor.com/artigo.php?artigo=71&secao=ecologia
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