"Onde houver vida, sempre haverá um Biólogo."



Mostrando postagens com marcador Ecologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ecologia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, janeiro 24

Estudo do MCT mostra interesse do brasileiro por ecologia, saúde e ciência

No entanto, a população ainda tem dificuldades para citar nomes de pesquisadores e instituições de pesquisa do país

Max Milliano Melo
Publicação: 22/01/2011 08:00 Atualização: 21/01/2011 23:54
 
Não é esporte nem política, muito menos economia. Os temas que andam atraindo o interesse dos brasileiros são meio ambiente e saúde. Os assuntos foram os mais citados em uma recente pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), que mediu o índice de curiosidade da população em relação a nove tópicos. Além disso, ciência e tecnologia, na quinta posição da lista, é o assunto que mais cresceu na curiosidade dos brasileiros desde 2006, quando o levantamento foi feito pela primeira vez. Atualmente, 85% das pessoas dizem que gostam de se informar sobre as recentes descobertas científicas e os últimos lançamentos tecnológicos. Já o índice de interesse pelos dois assuntos que lideram o ranking foi 94%.

Para especialistas, o resultado é reflexo do avanço científico que o Brasil vive e da ampla discussão a respeito do clima no planeta. “Nos últimos quatro anos, o país passou por diversas tragédias naturais, como as grandes secas na Amazônia e as enchentes no Sul e Sudeste. Isso contribui para que os temas ambientais tenham maior relevância para os cidadãos”, opina Ildeu de Castro, diretor de Popularização e Difusão de Ciência e Tecnologia do MCT. “Além disso, a preocupação mundial com os efeitos do aquecimento global também se refletem na população brasileira, que culturalmente sempre se preocupou com o meio ambiente”, completa.

Se o meio ambiente sempre esteve na cabeça dos brasileiros, o salto apresentado pelo tema ciência e tecnologia surge como uma surpresa — em 2006, o índice de pessoas que se mostravam curiosas sobre o assunto era de 76%. “Atualmente, o Brasil forma 60% de todos os doutores da América Latina e somos responsáveis por metade de todos os artigos científicos publicados na região. O desempenho cada vez melhor do Brasil nas ciências acaba sendo sentido pela população, que valoriza mais o assunto”, comenta Castro.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulgados em novembro do ano passado, o Brasil é o 13º maior produtor de ciência em todo o mundo. Entre 1992 e 2008, a participação nacional em artigos científicos publicados em periódicos internacionais subiu de 0,8% para 2,7%. Ainda segundo o relatório, intitulado O estado da ciência ao redor do mundo, nos últimos 27 anos o número de doutores formados no Brasil pulou de 554 para 10,7 mil.

“Hoje, as pessoas perceberam que a ciência é essencial para o dia a dia. Quando ocorre um problema, como as recentes enchentes na região serrana do Rio, logo em seguida o interesse das pessoas se volta para pesquisadores que podem explicar, prever ou mesmo resolver o problema”, opina Aldo Malavasi, secretário-geral da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). “Isso se reflete também nos tomadores de decisão, que cada vez mais passam a ver a ciência como uma área estratégica. Aumentam os investimentos na área, que resultam em mais conhecimento, num círculo virtuoso”, completa Ildeu de Castro.

Desconhecimento

Se por um lado o mundo científico desperta cada vez mais curiosidade, o conhecimento produzido em terras tupiniquins não faz o mesmo sucesso. Mais de 80% dos entrevistados não soube citar o nome de nenhum centro de pesquisa ou cientista brasileiro. Ou seja, há interesse, mas ainda falta informação. Entre as instituições lembradas por aqueles que souberam mencionar alguma entidade, o Instituto Butantan e a Fundação Oswaldo Cruz estão no topo da lista. Já na relação dos pesquisadores, os sanitaristas Oswaldo Cruz e Carlos Chagas encabeçam o ranking. “Isso é fruto da deficiência crônica no ensino de história da ciência no Brasil, que é praticamente inexistente. Os pesquisadores lembrados são de um século atrás, são mais conhecidos até por aparecerem nos conteúdos de história geral”, diz Castro.

A outra razão do desconhecimento da ciência verde e amarela é a falta de espaço destinado a discussão da ciência. Para os especialistas, existe pouca abertura da mídia para esse fim. “Poucos jornais dedicam editorias para a cobertura de ciência. Não existe um canal especializado, e os programas de tevê que tratam do assunto, em geral, são relegados aos horários menos nobres”, analisa Alexander Kellner, paleontólogo do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC).

» Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) sobre o interesse dos brasileiros em relação a ciência
» Pesquisa da Unesco sobre ciência ao redor do mundo

Outra falha apontada pelos estudiosos — e que se refletiu na pesquisa do MCT — foi a baixa ocorrência e má distribuição de locais científicos abertos a visitação. Museus, zoológicos, jardins botânicos e bibliotecas ainda são escassos e localizados apenas nas capitais, especialmente na Região Sudeste. Oitenta e seis por cento dos entrevistados disseram não ir a museus de arte, 71% contaram que não frequentam bibliotecas e 78% responderam não ir a zoológicos. “É preciso que as pessoas tenham espaços onde possam vivenciar a ciência e conhecer de perto o que é produzido no Brasil, já que essa é uma das formas mais importantes de se aprender e valorizar a ciência e o meio ambiente”, completa Malavasi, da SBPC.

sexta-feira, janeiro 14

O QUE UM SAPO PODE FAZER PELO HAITI?

 Por Herton Escobar (Estadão)

O pequenino sapo terrestre La Hotte (E. glandulifer), de apenas 53 milímetros, era um das
espécies "perdidas" do Haiti, vista pela última vez em 1991. (FOTO: Robin Moore/iLCP)

Faz um ano que só ouvimos notícias terríveis do Haiti, desde que um terremoto devastou ainda mais esse já devastado país do Caribe.

Pois aqui vai uma boa notícia divulgada hoje pela ONG Conservação Internacional: uma expedição científica realizada no sul do Haiti em outubro do ano passado encontrou seis espécies de anfíbios ameaçados e possivelmente extintos, que não eram vistos desde 1991. A pesquisa faz parte do projeto Em Busca dos Sapos Perdidos (The Search for Lost Frogs), que está “caçando” pelo mundo afora uma centena de espécies de anfíbios que não são vistas há mais de uma década. Que elas estão ameaçadas de extinção não há dúvida … mas será que já estão extintas de fato? Com saber? O único jeito é enfiar o pé na lama e correr atrás delas.

Decretar a extinção de uma espécie não é algo simples de se fazer. Como ter certeza de que não existe mais nenhum indíviduo dela solto por aí no meio do mato? Isso pode ser feito com animais relativamente grandes e que habitam áreas restritas, como era o caso do dodô das Ilhas Maurício. Mas com sapinhos e salamandras a coisa é bem mais complicada. Uma espécie pode ser difiícil de achar porque ela é naturalmente rara, ou pode não ser vista com frequência simplesmente porque vive em áreas de difícil acesso e ninguém nunca vai lá procurar por ela.

O raciocínio por trás desse projeto é justamente esse: pegar espécies que não são vistas há muito tempo e ir a campo verificar se elas realmente ainda estão por lá, ou não. (A lista completa, que pode ser vista no site do projeto, inclui 8 espécies brasileiras. Duas delas já foram foco de buscas, mas ainda não foram encontradas.)

O Haiti é o lugar perfeito (no pior sentido possível) para uma busca dessas. Marcado historicamente pela pobreza e pela violência, o país foi quase que totalmente desmatado para a obtenção de lenha e outros usos predatórios dos recursos naturais. Não sobrou quase nada. Só 2%, para ser mais exato, segundo as informações da Conservação Internacional. Mas o pouco que sobrou ainda guarda alguns importantes “tesouros” biológicos da biodiversidade original da ilha.

Entre eles os seis sapos “perdidos”, agora encontrados, que habitam um dos últimos remanescentes de mata do Haiti: as florestas úmidas do Maciço de la Hotte, uma cadeia de montanhas no sudoeste do país que escapou à destruição e é classificada pelo programa Aliança para Extinção Zero como o terceiro local mais importante para conservação no mundo, com cerca de 15 espécies de anfíbios que só existem ali (endêmicas) e em nenhum outro lugar do mundo.

O biólogo Robin Moore, da Conservação Internacional, e sua equipe de pesquisadores ligada ao Grupo de Especialistas em Anfíbios da IUCN, passaram oito dias embrenhados nas montanhas à procura de anfíbios. Encontraram 23 das 49 espécies nativas do país, incluindo 6 que eram consideradas “perdidas”. Não encontraram a espécie “principal” que era o foco da expedição (um sapo chamado E. Glanduliferoides), mas ainda assim valeu a pena.

Uma notícia como essa pode parecer insignificante diante do cenário de destruição e miséria do Haiti. Afinal, quem vai se importar com a extinção de sapos quando a população do país está morrendo de fome e de cólera? De fato, é preciso ser realista e pragmático … o Haiti tem outras prioridades de grande urgência neste momento. Mas é preciso olhar para a extinção de espécies como algo simbólico. Como um alerta.

Claro que grande parte da destruição dos ecossistemas naturais do país foi motivada pela própria miséria e pelo desespero das pessoas. Num primeiro momento, sim, derrubar uma árvore para obter lenha para cozinhar ou ganhar alguns trocados no mercado pode salvar uma vida, ou pelo menos botar comida no prato no fim do dia. No longo prazo, porém, a destruição dos recursos naturais só faz aumentar a desgraça do Haiti. Com a morte das florestas, morrem também os rios. A fertilidade do solo vai embora, levada pelas chuvas. E os haitianos não têm dinheiro para comprar água engarrafada nem fertilizante. Com a morte das florestas, morrem também todos os animais e plantas que vivem dentro delas. Não apenas os sapos, mas espécies comestíveis e polinizadoras também. Sem as florestas, a umidade diminui. O clima fica mais seco e a vida, mais difícil, mais sofrida.

De fato, quanto mais pobre o país, mais valiosos (e menos valorizados) são os seus recursos naturais. Pois eles são gratuitos. E essenciais, apesar de as pessoas não se darem conta disso.

Se o Haiti quiser um dia se reerguer por completo do caos e ser capaz de andar pelas próprias pernas, sem depender de doações internacionais, terá obrigatoriamente que investir na recuperação de seus ecossistemas naturais. O ser humano depende da natureza para sobreviver tanto quanto os sapos. Salvar os sapos numa situação dessas, de certa forma, é salvar a nós mesmos. Imagine só!

 
Um dos rios com nascentes no Maciço de La Hotte. A cor de lama é efeito do desmatamento,
já que não há mais floresta para segurar a terra, que é arrastada pela chuva montanha abaixo.
(FOTO: Robin Moore/iLCP)


segunda-feira, janeiro 3

Morte misteriosa de milhares de pássaros é investigada nos EUA

Especialistas acreditam que os fogos de artifício do Ano Novo tenham levado à morte dos animais. Veja o vídeo


Cerca de dois mil pássaros morreram de forma misteriosa na cidade de Beebe, no estado de Arkansas, nos Estados Unidos.

Especialistas ambientais investigam o que teria causado a morte dos animais da mesma espécie naquela determinada região.
Conhecido como pássaro-preto-da-asa-vermelha, os animais começaram a cair mortos do céu pouco antes da meia-noite, na sexta-feira, véspera de Ano Novo.
Alguns do animais apresentavam sinais de trauma físico, o que sugere que possam ter sido atingidos por forte iluminação ou chuva de granizo.
Os especialistas levantaram ainda a hipótese de que os fogos de artifício do Ano Novo tenham levado à morte dos pássaros por estresse.

sábado, janeiro 1

Itália proíbe sacolas plásticas no comércio a partir de 1º de janeiro

Elas serão substituídas por bolsas de tecido ou papel em 2011.
Indústria protestou, mas ambientalistas celebraram a medida.

A Itália se prepara para banir as sacolas plásticas de lojas e supermercados de todo o país a partir de 1º de janeiro de 2011, quando os consumidores que aguardam as promoções de Ano Novo deverão adotar bolsas biodegradáveis, de tecido ou papel.

Os italianos estão entre os maiores consumidores de sacolas plásticas da Europa, com uma taxa de uso per cápita de mais de 300 ao ano ou cerca de um quarto das 100 bilhões de sacolas plásticas importadas de China, Tailândia e Malásia, usadas em toda a Europa.

"Isto marca um passo importante na luta contra a poluição e nos torna a todos mais responsáveis na reciclagem", disse a ministra do Meio Ambiente, Stefania Prestigiacomo.
Sacolas plásticas são usadas em supermercado de Roma nesta quarta-feira (29). 
Sacolas plásticas são usadas em supermercado de Roma nesta quarta-feira (29). (Foto: Reuters)

Prestigiacomo disse que o governo está lançando uma campanha de conscientização para promover o uso de sacolas feitas de materiais naturais e recicláveis, "que não devem apenas ser práticas e ecológicas, mas também ter estilo".

Grupos ambientalistas saudaram a proibição, apesar da oposição das indústrias.

quinta-feira, dezembro 30

Ano Internacional da Floresta – 2011

Em 2010 comemoramos o Ano Internacional da Biodiversidade, que contou com diversos eventos.  Já 2011 será o Ano Internacional das Florestas.
A data e o tema são iniciativas aprovadas pela Assembléia Geral das Nações Unidas, que tem como principal objetivo esclarecer para todos a importância das florestas e de seu manejo sustentável na redução da pobreza. A programação contará com atividades internacionais, coordenadas pelo Fórum de Florestas (UNFF) e organizações da ONU, além de eventos nacionais.
Segundo documento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para facilitar a realização dos objetivos deste Ano Internacional, o secretariado do “Fórum das Nações Unidas sobre as Florestas” propõe as seguintes atividades difusoras:

1.Logotipo do Ano Internacional das Florestas – 2011: O logotipo oficial foi idealizado por designers gráficos e desenvolvido em colaboração com o Departamento de Informação Pública da Secretaria Geral. Recebeu aprovação do Conselho de Publicações das Nações Unidas, tendo sido apresentado publicamente em todos os idiomas oficiais da Organização. Tem como tema “Florestas para o povo“, exaltando o papel das pessoas na gestão, conservação e exploração sustentável das florestas do mundo.

2. Site do Ano Internacional das Florestas – 2011: O site fornecerá uma plataforma on-line a todas as informações relativas ao Ano.

3. Porta-vozes ou mensageiros das florestas: Pessoas que ocupem lugares de liderança nas comunidades foram selecionadas para atrair a atenção da mídia, dando maior visibilidade à causa das florestas, sensibilizando para aumentar o apoio da população a essa causa.

4. Coleção de selos sobre o Ano Internacional das Florestas – 2011: Foi desenvolvida uma coleção de selos comemorativos para colaborar com a “Secretaria do Fórum das Nações Unidas sobre as Florestas”. Esta coleção será apresentada na inauguração oficial do Ano Internacional das Florestas, nos dias 2 e 3 de fevereiro de 2011, em Nova Iorque.

5. Concursos Artísticos, Cinematográficos e de Fotografia: Organização de eventos on-line para homenagear aqueles que expressem através das artes plásticas, fotografias, filmes e curtas-metragens a idéia de que as florestas são para o povo.

6. Anúncios de interesse público e curta-metragens promocionais: Existe a produção de um curta-metragem e alguns anúncios de interesse público que serão distribuídos em todo o mundo em diversos idiomas, a serem transmitidos pela televisão e outras mídias, incluindo espetáculos teatrais gratuitos em que se possa transmitir idéias e fomentar ações em prol das florestas.

7. Diversidade biológica das florestas: Em colaboração com a “Secretaria da Convenção sobre a Diversidade Biológica” estuda os âmbitos em que possa haver sinergia entre o Ano Internacional da Biodiversidade, 2010 e Ano Internacional das Florestas – 2011. Entre as atividades se incluiu a organização de um “ato de ligação dos Anos” que fará parte da cerimônia de encerramento do Ano Internacional da Biodiversidade, que será realizada em dezembro de 2010, no Japão.

8. Zonas Úmidas e Florestas: A Convenção de Ramsar[1] escolheu o lema “Os pântanos e florestas” Dia Mundial das Zonas Úmidas para 2011 em homenagem ao Ano Internacional das Florestas. “A Secretaria do Fórum das Nações Unidas sobre Florestas” colabora atualmente com a “Secretaria da Convenção Ramsar” para a produção de um documento sobre as zonas úmidas e florestas para o Dia Mundial das Zonas Úmidas 2011.

Panorama dos biomas brasileiro
O Brasil, possuidor de grande parte de florestas do mundo, conta com biomas como: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa, sendo a Amazônia, o de maior extensão, o Pantanal, de menos que juntos ocupam  mais de metade do Brasil: o Bioma Amazônia, com 49,29%, e o Bioma Pantanal, com 1,76% do território brasileiro. (Dados do Mapa de Biomas do Brasil – IBGE, 2004)

Comemorações
Na Alemanha, o Ano das Florestas 2011 será organizado por autoridades florestais federais e estaduais, e pelo Ministério da Alimentação, Agricultura e Defesa do Consumidor (BMELV). Já em Portugal a comemoração será coordenada pelo Secretário de Estado das Florestas, Rui Barreiro. No Brasil ainda não saiu um calendário com a comemoração.


quarta-feira, dezembro 29

Calculadora - Pessoa Física


Calcule no site Iniciativa Verde a sua emissão anual de Gases de Efeito Estufa (CO2 equivalente), e a quantidade de árvores que deverá plantar a fim de compensar estas emissões.

terça-feira, dezembro 28

Como fazer uma lanterna com limão


Com um limão e dois pedaços de cobre e de zinco (no vídeo, um arame galvanizado, que é ferro encoberto por zinco) é possível fazer uma pequena bateria de quase um volt. Nesta experiência foram utilizadas quatro dessas baterias, ligadas em série, que proporcionaram 2,9 volts, acendendo um pequeno LED.

Quimicamente, o que ocorre é a transferência de elétrons do zinco para o cobre, usando o ácido do limão como "caminho". Assim, o zinco se transforma no polo negativo da bateria, enquanto o cobre é o lado positivo.

Para ligar as baterias em série, aumentando os volts, se faz como se fosse uma sequência de pilhas: sempre o polo negativo é ligado com o positivo.

Também é possível fazer a experiência usando alumínio no lugar do zinco. O fio de cobre pode ser substituído por uma moeda de R$ 0,05, que é de cobre.

Este vídeo faz parte de uma série do Manual do Mundo com o blog http://www.uhull.com.br/. A cada terça feira há uma nova experiência disponível lá.

Mais em http://www.manualdomundo.com.br/