"Onde houver vida, sempre haverá um Biólogo."
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terça-feira, dezembro 28
segunda-feira, dezembro 13
terça-feira, dezembro 7
Saída de campo - NEX – No Extinction
Passeio na organização não governamental Nex
Local: Fazenda Preto Velho
Data: 06/12/10
Nex é uma organização não governamental que tem como objetivo a preservação da vida dos felídeos da fauna silvestre do Brasil ameaçados de extinção, defesa de seu habitat natural, proteção contra a caça a esses animais, integrando as populações rurais mais carentes ao trabalho de defesa e preservação através de conscientização, treinamento e educação ambiental.
Nex é uma organização não governamental que tem como objetivo a preservação da vida dos felídeos da fauna silvestre do Brasil ameaçados de extinção, defesa de seu habitat natural, proteção contra a caça a esses animais, integrando as populações rurais mais carentes ao trabalho de defesa e preservação através de conscientização, treinamento e educação ambiental.
segunda-feira, novembro 29
domingo, novembro 21
Saída de Campo - Zoologia dos Invertebrados
Confecção de Caixa Entomológica
Professora: Chris
Local: Campus II
Data: 20/11/2/10
sábado, novembro 20
Como fazer uma caixa entomológica
Coleta de Insetos:
É feita por meio de diferentes tipos de redes, por meio de coleta direta em plantas, sob pedras etc. Nesta etapa, os alunos podem construir instrumentos de coleta de insetos.
Durante a coleta, é importante que os alunos tenham uma caderneta para anotação da data e do local da captura de cada inseto. Tais informações podem enriquecer a coleção de insetos e aumentar seu valor científico; recipientes para acomodar os insetos capturados vivos (pequenos vidros transparentes, por exemplo); veneno para matar os insetos capturados vivos (acetona comum, éter ou amoníaco, por exemplo); alguns vidros com boca grande, para asfixiar insetos maiores e, sobretudo, borboletas, cujas asas não podem ter contato com os venenos líquidos; pequenos envelopes para acomodar borboletas. A coleta deve respeitar o meio ambiente e ser pautada por critérios éticos.
Preservação temporária dos insetos antes da montagem:
Após a coleta de insetos, é necessário que eles sejam conservados até o momento da montagem do insetário. O princípio de base da conservação dos insetos coletados é evitar que eles se desidratem e, ao mesmo tempo, evitar que eles sejam atacados por fundos característicos da humidade. Um inseto seco pode, na maior parte dos casos, ser recuperado por um processo de reidratação, mas um inseto com mofo é um inseto perdido. Um inseto desidratado torna-se difícil de ser manuseado porque suas patas e antenas podem se quebrar facilmente. Muito insetos de corpo maleável devem ser conservados em álcool.
O site “Colecionando Lepidópteros” indica que exemplares que já estão mortos há mais de dois dias começam a secar, e a montagem desses exemplares pode resultar em danos sérios aos mesmos. Para contornar isso usa-se a câmara úmida, onde o inseto seco é colocado para absorver umidade e então poder ser montado normalmente após alguns dias. Esse processo é indispensável para se preparar exemplares adquiridos já secos, quando estes podem ter estado armazenados em envelopes por alguns meses. Os exemplares que são coletados e preparados no mesmo dia não necessitam passar por esse processo.
As asas das borboletas precisam ser esticadas antes que sequem, para que sejam mantidas posicionadas para a exposição.
Montagem da coleção:
A coleção de insetos pode ser montada e acomodada em caixas com tampa transparente e vedação perfeita para manter os insetos livres de fungos e de bactérias.
Dentro da caixa, deve-se colocar naftalina ou algum outro produto anti-mofo. É fundamental proteger os insetos da humidade, que pode deteriorá-los rapidamente.
No fundo da caixa, uma camada de isopor fino poderá receber os insetos, presos por alfinetes, conforme as ilustrações a baixo:
Etiquetando os insetos
Uma verdadeira coleção científica não estará completa e/ou concluída sem um adequado sistema de identificação dos espécimens coletados e expostos, com informações sobre a data, o local da coleta, o nome do coletor, bem como informações sobre o habitat ou a planta onde o inseto foi coletado. Etiquetas para esta finalidade são feitas com pequeninos retângulos de papel branco e duro. Os dos na etiqueta devem ser escritos de modo bem legível.
Links úteis:
• A montagem de um insetário: http://www.webbee.org.br/didatico/pg05.htm
• Insetário virtual da Universidade Estadual de Maringá: http://www.insetario.uem.br/
• Guia do entomologista amador (em francês): http://aeaq.ca/techdocs/tech_collect.htm
• Sociedade Brasileira de Entomologia: http://zoo.bio.ufpr.br/sbe/
• Coleção entomológica do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo: http://www.mz.usp.br/collab/entomo.html
Fonte: http://www.museuvirtual.unb.br/atividade/Insetario.pdf
quinta-feira, novembro 18
Dada como extinta no Vietnã há 20 anos, espécie volta ao país
Hanói (Vietnã) - Dado como extinto do país há mais de duas décadas, o crocodilo siamês (Crocodylus siamensis) começa a voltar ao Vietnã graças a programas de conservação e reintrodução da espécie.
Crocodilos são procriados em parque no sul do Vietnã | Foto: EFE
Contudo, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), a espécie ainda é uma das mais ameaçadas de extinção no planeta. A IUCN afirma que existem populações pequenas no Laos, Vietnã e Indonésia, sendo que na Tailândia ele é considerado virtualmente extinto.
O crocodilo siamês é um animal de água doce e vive em pântanos e regiões de água parada ou quase parada de rios e riachos. A IUCN afirma que a destruição de habitat, a caça ilegal e a perseguição são as principais ameaças à espécie.
As informações são da EFE
Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2010/11/dada_como_extinta_no_vietna_ha_20_anos_especie_volta_ao_pais_125348.html O crocodilo siamês é um animal de água doce e vive em pântanos e regiões de água parada ou quase parada de rios e riachos. A IUCN afirma que a destruição de habitat, a caça ilegal e a perseguição são as principais ameaças à espécie.
As informações são da EFE
terça-feira, novembro 16
Atlas Eletrônico de Parasitologia
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul disponibiliza no seu site materiais confeccionados por professores e alunos. A página tem como objetivo auxiliar no estudo da Parasitologia com enfoque médico para acadêmicos da área da saúde e uma fonte de informação para professores do Ensino Fundamental e Médio e para a população em geral. Aborda os três grandes grupos de parasitos: helmintos, protozoários e artrópodos.
sexta-feira, novembro 12
Tribo nômade caça ao lado de guepardos na Namíbia
Grandes felinos são extremamente mansos.
Tribo mantém três guepardos criados desde filhotes.
Uma tribo nômade foi flagrada caçando ao lado de guepardos em um santuário de vida selvagem na Namíbia. A tribo mantém três guepardos, sendo um macho e duas fêmeas, que foram criados desde filhotes após sua mãe ser morta por caçadores há cinco anos, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".
Membro de tribo nômade caça ao lado de guepardo. (Foto: Reprodução/Daily Mail)
Os grandes felinos, que podem correr 100 metros em menos de sete segundos, são extremamente mansos. Diariamente, os guepardos acompanham os caçadores da tribo em caminhadas pelo deserto.
quinta-feira, novembro 11
Uma janela para entender a Biodiversidade
Vista do Rio Hozu, no Parque de Arashiyama, em Kyoto, Japão. (FOTO: Herton Escobar)
O termo “biodiversidade”, no seu sentido mais amplo, refere-se ao conjunto de todas as formas de vida do planeta. Ou de uma floresta, ou de um oceano, ou de uma lagoa, ou de um deserto … dependendo do contexto. Pode ser até o conjunto de bactérias que vivem na sua pele, na sua boca ou no seu intestino. É um coletivo de espécies que compartilham um ambiente qualquer, independentemente do tamanho. Desde um vaso de flores até um planeta inteiro.
Mas seja qual for o ambiente, pode ter certeza de uma coisa: nós fazemos parte dessa biodiversidade e dependemos dela para nossa sobrevivência (salvo raríssimas exceções, tipo a biodiversidade das planícies abissais dos oceanos ou de micróbio extremófilos que vivem nas profundezas da terra, dentro de rochas e coisas mais bizarras desse tipo). O ser humano é o predador mais feroz que já existiu sobre a Terra. E também um dos mais vulneráveis. Nós vivemos no topo da cadeia alimentar, e portanto dependemos de tudo que está abaixo de nós para sobreviver. Das plantas, dos microrganismos e dos outros animais … não só para alimentação, mas para tudo. Tudo mesmo!
Cerca de metade do oxigênio na atmosfera é produzido por algas microscópicas fotossintéticas que vivem nos oceanos. Tudo que nós comemos é fruto da biodiversidade, da mais simples alface ao mais suculento bife. Essas plantas e esses bichos todos não caem do céu nem brotam do concreto! Elas dependem de solos férteis, cheios de microrganismos, e de chuvas, produzidas muitas vezes por florestas distantes, e de insetos polinizadores, e assim por diante … Toda a vida na Terra está conectada. Toda mesmo!
A perda de uma espécie pode parecer irrelevante para a maioria das pessoas. Especialmente para quem vive na cidade, compra comida no supermercado e não precisa tirar o sustento diretamente da terra, dos rios ou dos mares. Que diferença faz em São Paulo se o mico-leão-dourado for extinto na Mata Atlântica? Ou o atum-azul nos oceanos? Ou o tigre-de-bengala nas florestas do sudeste asiático? E se as florestas do Congo forem dizimadas? Ou se os recifes de coral do Caribe deixarem de existir?
De fato, vistos isoladamente, nenhum desses fatores afeta nossa vida diretamente de maneira significativa. O problema é que eles não podem ser vistos isoladamente! Pois o mico-leão, o atum, o tigre, os recifes e as florestas não existem isoladamente. São todas peças do mesmo quebra-cabeça, partes de um mesmo todo, fios de uma mesma teia. “O que acontece lá nos afeta aqui”, como diz o Harrison Ford naquela campanha da ONG Conservação Internacional. Seja lá onde for o “lá” e onde seja o “aqui”, não importa … tudo está conectado...
A biodiversidade não vive nas florestas. Ela é a floresta!
A biodiversidade não vive nos recifes de coral. Ela é o recife de coral!
Nós não vivemos na natureza. Nós somos parte dela. Indissociável!
As campanhas focadas em espécie específicas, tipo “salvem o mico-leão”, “salvem o panda” ou “salvem as baleias”, têm a sua importância, claro. Essas espécies muitas vezes são usadas como “bandeiras” para atrair a atenção do público, e os esforços agregados para preservá-las acabam beneficiando muitas outras espécies por tabela, pois é impossível preservar uma única espécie isoladamente na natureza. Para preservar o mico-leão, é preciso preservar a Mata Atlântica, e, por tabela, todas as outras espécies que a compõem. Para preservar o panda é preciso preservar as florestas de bambu da China, e assim por diante.
Do ponto de vista da percepção pública, porém, a estratégia pode ter um efeito colateral perverso também, dando a impressão de que só bichinhos fofinhos, belos ou simpáticos merecem ser protegidos. Como se a conservação fosse uma questão de compaixão e não de sobrevivência. É preciso deixar claro para as pessoas que preservar uma espécie não é um benefício apenas para aquela espécie, mas para toda a biodiversidade. Ou seja: para nós!..
Quando falamos de salvar a biodiversidade, não estamos falando de salvar só um macaquinho, um ursinho ou um sapinho. Coitadinho deles, tão bonitinhos. Ou mesmo só uma floresta ou uma savana. Coitadinhas delas, tão bonitas, tão exuberantes. Estamos falando de salvar a nós mesmos. Coitadinhos de nós! Biodiversidade não é luxo. É subsistência! Ou você começa a fazer fotossíntese e viver de luz, ou começa a se preocupar.
Fonte: blog do Estadão/ Seção: BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO/ 10.novembro.2010 23:45:05
terça-feira, novembro 9
Aves do Planalto Central
A exposição itinerante Aves do Planalto Central mostra um retrato do Distrito Federal representado por espécies de aves e árvores das principais formações vegetais dessa região, como por exemplo, cerradão, mata ciliar, campos limpos, campos sujos e brejos. Ilustrações, vídeos, bases de dados temáticas e dinâmicas educacionais são os recursos utilizado para compor a mostra.Baseado no livro Aves do Planalto Central, editado pela Editora Universidade de Brasília e elaborado pelos pequisadores Paulo de Tarso Zuquim Antas, Roberto Brandão Cavalcanti e pela artista plástica Maria Cândida Villela Cruz, a exposição conta ilustrações em aquarela representativas da fitofisionomia do cerrado onde habitam as aves, organizado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCT).
Data: 13 de novembro a 1º de dezembro de 2010.
Local: Jardim Botânico de Brasília, SMDB Conjunto 12 - Lago Sul
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